Os nossos corpos não podem viver eternamente, mas com os conhecimentos actuais estamos melhor do que nunca equipados para envelhecer com saúde, energia, e dignidade, mantendo o nosso bem-estar físico e mental durante muitas décadas. Um dos temos do nosso grupo são as hormonas bioidênticas, e a terapia de reposição hormonal está associada a esta. Esta terapia é uma forma de atenuar os efeitos do envelhecimento, tal como, e essencialmente, muitos dos aspectos da menopausa, uma vez que vamos repor aquilo que está em falta no nosso corpo. Aqui estão algumas considerações que visam expandir os conhecimentos sobre esta técnica.
O que é a terapia de reposição por hormonas bioidênticas? Corresponde ao uso suplementar de hormonas que apresentam uma estrutura química idêntica às hormonas que o corpo humano naturalmente produz.
O que é que esta terapia trata? Trata sintomas de perimenopausa, menopausa e pós-menopausa.
Como é que é realizada esta terapia? Se estas são adquiridas em laboratórios farmacêuticos, vai ser criado um cocktail de hormonas personalizado a cada paciente. No entanto, se são compradas em farmácias convencionais, estas hormonas serão apenas disponíveis em determinadas doses. Em ambos os casos, a sua administração só poderá ser efectuada após uma série de exames médicos.
Em que consiste o tratamento? Num tratamento cíclico, baseado nos ciclos naturais do ser humano. Durante o ciclo de 28 dias, o médico prescreverá um cocktail de hormonas bioidênticas, de modo a nivelar a quantidade hormonal e, entre o 18º e 28º dia, será adicionada uma dose estatística de progesterona, para imitar aquela que o corpo normalmente produz.
Como é que estas hormonas poderão vir a ser tomadas? Estas hormonas podem ser tomadas via oral, creme, supositórios ou por injecções.
Quais são os riscos associados a este tratamento? Aumento da probabilidade de coágulos no sangue, ataques cardíacos, enfarte, cancro da mama, infecções urinárias, cancro de endométrio.
Este texto foi baseado num artigo do site
http://www.oprah.com/article/health/womenshealth/20090112_BHRT_FAQ
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